PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares

7 de julho de 2017

FRANCISCO MARCOLINO


Requiem aeternam dona eis, Domine (“Senhor, concede-lhe o eterno descanso”)



Nasceu a 04 de Abril 1916; Faleceu a 07 de Julho 2017.

A morte, esse desfecho que aguarda a vida de todos nós, é uma certeza e uma sentença que a maioria se esforça por ignorar. Talvez, por isso mesmo, ela atinge tão violentamente os corações desprevenidos quando lhes rouba um ente querido ou um verdadeiro amigo.

Mas na verdade, quem conseguirá de facto preparar-se para tão terrível perda? Dito isto, sei que todos os teus (verdadeiros) amigos estão a passar por um desses momentos, e que nas suas casas paira uma nuvem carregada de dor, agora que tu, meu caro e querido amigo, faleceste. Os meus mais sentidos pêsames!

É um momento terrível de sofrimento, pois dizemos o último adeus a uma pessoa que todos estimavam muito, mas devemos ser fortes e confiar nos desígnios divinos.
Para os que ficam a vida continua, e quem partiu gostaria certamente de ver os seus amigos e familiares seguirem as suas vidas, honrando quem já não está entre eles com a memória de tempos idos.

Muita coragem para todos, e saibam que o meu pensamento e os meus sentimentos estão com todos vocês nesta hora difícil.

Saibam que é com um profundo tom de tristeza que hoje endereço estas palavras, pois servem para lamentar a nossa irreparável perda.

Pouco pode ser dito ou feito perante o único adeus que é definitivo, e nestas horas sobram as palavras, assim como se multiplica a dor e a saudade.

Muita força, muita coragem, e perante a ineficácia de qualquer consolo na perda, relembrem quem foi a pessoa que partiu e na saudade, memória e amor dos que ficaram, ela viverá para sempre.
Caro amigo Marcolino, sempre foste um grande homem e um grande amigo, e continuarás a viver através de nós.

Descansa em paz! ("Requiescat in pace")

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