PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares

19 de maio de 2012

RECORDAR É “SEGURAMENTE” VIVER

Meus caros conterrâneos e leitores.

No passado dia 10 de Maio de 2012, fui surpreendido com o rececionamento de um mail, via facebook, cujo teor quero partilhar com todos os meus leitores.

Felizmente, as novas tecnologias de informação e redes sociais, aproximam as pessoas. Senti-me feliz, mesmo muito feliz, ao saber que as minhas imagens fizeram outras pessoas recordar as suas origens, fazendo com que as pessoas se aproximem, transmitindo um mundo de recordações.

Dispenso-me de fazer mais considerações, convicto que no texto exposto vai dar uma imagem de tudo o que acabo de transmitir.

Esta família emigrou para o Brasil em 1951. Tinha eu 1 ano de idade. Eu, sempre ouvi os meus pais falarem do tio Sonoro e da Sr.ª Mercês. Quantos às restantes personagens, nomeadamente o tio Didá e tia Elisa, Delmina e Padre Alberto, obviamente que são pessoas com as quais muito convivi e por quem tinha muita admiração (infelizmente já falecidos).

Quero aqui realçar que esta família, respeita os verdadeiros conceitos de uma família nobre e muito unida. Hoje mesmo falei com a Infância ao telefone. Não dei pelo tempo passar, mas posso transmitir-vos que a imagem com que fiquei, foi muito bonita e feliz por tudo quanto dialogamos.

Convido os meus leitores que ainda recordam as origens da pessoa aqui mencionada, especialmente alguém que se lembre da Infância Ortega a fazer os convenientes comentários.

Em Parada, os filhos do tio Didá, Delmina Maranhas sabem desta bonita família.

Para todos, coloco a fotografia desta maravilhosa família, Infância, marido e os três filhos, bem como o elogioso e-mail com que se fez acompanhar e agora aqui vos transmito na íntegra.

Foto da Infância

“Mail – Facebook.com

Sr. Manuel, venho por esta cumprimentá-lo pelo talento, sensibilidade e altruísmo; meu marido e filhos ficaram também encantados com seu talento para a fotografia: magnífico!

Bem deixe-me apresentar-me: chamo-me Infância Ortega Cunha (por casamento), sou filha do tio António “ Sonoro “ e Sra Mercês; neta de Sr. Albino Ortega e tia Prisca, sobrinha de tia Elisa e tio Didá (Manuel Afonso); tb, prima de Delmina e Padre Alberto Vaz! Como vê, descendente de muito boa gente, assim como saudosa e orgulhosa de ter nascido em Parada!

Casei-me há 43 anos com um rapaz brasileiro e temos 3 filhos; como não pude voltar à nossa querida terra, por motivos de saúde frágil, não sabe o sr. a alegria que me deu rever todos os cantos e perceber que a memória nunca me traiu. Fiquei verdadeiramente encantada e emocionada! Mil agradecimentos, boa sorte e que Deus o abençoe por tudo isso. Infância.

P.S. Gostei muito de saber que o “Tio” Marcolino ainda está vivo – era muito amigo de meus pais. Viemos para o Brasil em agosto de 1951, portanto qdo o sr. era ainda bebé.

Obrigado e até breve, Sr. Manuel.”

Manuel Afonso (Manuel Silvino)