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16 de setembro de 2015

Parabéns a você

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

ManuelGranja_81A palavra “aniversário” é a repetição do dia e do mês em que se deu determinado acon-tecimento. Em suma, refere-se à comemora-ção da periodicidade anual de qualquer evento importante – mais um ano de vida.

Pois bem, sendo assim temos de nos sentir felizes, pois é um momento de oportunidade para conviver e celebrar rodeado de amigos e família.

Hoje, 16 de setembro de 2015, faz 81 anos de vida, o meu amigo Manuel Granja. Para ele eu quero registar neste meu/vosso modesto espaço virtual o meu caloroso abraço de PARABÉNS. Formulo votos de que esta efeméride se repita por muitos anos e que continues a contar com a nossa presença.

Quero englobar neste meu abraço os teus amigos que tiveram o privilégio de te acompanhar no magnífico almoço que nos ofertaste, pois tenho a certeza de que todos comungam deste meu sentimento.

Meu amigo Granja; há uns anos que nos conhecemos. Fizemos amizade, convivemos nos corredores da vida, respeitamo-nos mutuamente e cada ano que passa os laços de amizade se fortalecem.

Como referi no início deste meu texto, fico sempre muito feliz quando me associo a eventos desta natureza, mas meu amigo, estar a teu lado com a tua idade e jovialidade, deixa-me radiante.

Eu, sou católico, por isso eu peço a DEUS que me ajude a seguir o meu caminho com a mesma pujança física e mental que tu nos transmites, com Saúde, Dinheiro e Amor.

Para ti, que mais eu posso desejar? Que a tua vida, quer a nível pessoal, tanto como familiar te continue a sorrir, pois tu bem mereces.

Como não podia deixar passar este renovar de ciclo, fiz umas simples imagem que espero ilustrem o texto.

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Manuel Afonso (Manuel Silvino)

2 de janeiro de 2015

RÉQUIEM PELO NOSSO AMIGO AFONSO

Mais do que um Adeus… um Até Sempre

1946-2015

Afonso Galhabano - 1946/2015 Hoje, 2 de Janeiro de 2015, o dia amanheceu mais triste. Pelas 9h 25m o telefone tocou. Era a nossa conterrânea Ana Paula Costa e as notícias foram as que, definitivamente, não queria ouvir.

O Afonso, mais conhecido pelo Afonso do Galhabano, o nosso Amigo, querido de todos e por todos, deixou a sua família e todos os amigos hoje de madrugada e partiu.

Para todos nós, é uma perda difícil de compensar mas resta-nos a esperança de que agora ele vele por nós lá Encima. Para a família, não há palavras que possam ser ditas para a consolar, mas aqui fica a minha pequena homenagem ao nosso amigo que foi sempre uma pessoa especial.

Fiquei triste, muito triste. A notícia apanhou no percurso que faço desde minha casa até ao ginásio que diariamente frequento. Tal como se tivesse levado “murro no estômago”, fiquei sem fôlego e sem sentido de orientação. Regressei a casa, reflecti e perguntei-me o que fazer. Infelizmente, não posso viajar, para lhe prestar, pessoalmente, a minha última homenagem, por razões e afazeres particulares, para as quais a minha presença é indispensável.

Ao Afonso, pessoa da minha geração e de quem sempre fui amigo dedicado, ligava-me um elo mais íntimo, porque para além de com ele ter convivido durante a adolescência, quis o destino unir os nossos percursos de vida no serviço militar, na Marinha de Guerra Portuguesa, onde os laços de amizade se fortaleceram.

Ao longo dos anos, desfrutámos de um salutar relacionamento, pautando a nossa conduta por princípios que os nossos pais nos ensinaram. Lealdade, companheirismo, respeito pelo próximo e dedicação a todos que nos eram próximos.

Caracterizar o Afonso, é muito simples. Costuma-se dizer que quando alguém parte, deixa saudades e é sempre uma excelente pessoa. Sobre este amigo, eu digo com toda a sinceridade que foi das pessoas mais puras que até hoje tive o prazer de conhecer.

O Afonso, era simples, generoso, honesto, trabalhador, inteligente e não vou alongar-me mais, pois iria esgotar o leque de adjectivos.

Á sua família apresento as minhas sentidas condolências e deixem-me comungar do vosso luto, porque é esse o meu estado de espírito.

A ti meu amigo, eu digo: Não vou chorar a tua morte, a tua alma voa para o Céu acompanhada da saudade dos que amaste na terra e continuarás a amar no Céu.

A todos os meus amigos e leitores, eu envolvo num fraternal abraço e já agora porque a vida continua e estamos em início de ano, a todos desejos um feliz Ano Novo.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

9 de dezembro de 2013

A LUZ QUE BRILHA MAIS QUE O SOL

Diana Parabéns Diana! 6 anos.

Meus caros conterrâneos, leitores e amigos

Li algures uma definição de Willa Cather, em que ela diz: “a felicidade é estar absorvido por algo completo e maravilhoso”.

É verdade, é esse o estado em que me encontro e por isso me atrevo a registá-lo neste meu singelo espaço virtual, partilhando-o com os meus leitores e amigos.

Sou feliz, tenho uma família maravilhosa que eu muito amo, mas hoje que a minha netinha querida faz 6 aninhos, não posso ficar indiferente e por isso aqui ficam as minhas palavras de amor.

Parafraseando um texto de um Grande amigo meu, referindo-se a um filho: “o amor não se descreve, pratica-se”.

Este é o meu lema de vida perante todos os que me rodeiam e são queridos. Tu pequenina, mereces todo o meu carinho, afecto e dedicação. Tu és a Luz que me iluminas.

Bem sei que os meus leitores vão dizer: “que avô babado”, não me importo. Sou na verdade um ser humano que ama a vida e por isso não é pecado nenhum mostrar perante os outros tão nobres sentimentos.

Carta para a nossa querida neta

“Querida neta, que imensa alegria transborda dos nossos corações neste dia que te pertence. Tu significas muito para nós e queremos através destas simples palavras dizer o quanto te desejamos felicidades, paz, harmonia e muito sucesso na tua vida.

Hoje completas mais um ano de vida. Que Deus te conceda muitos mais e todos eles com saúde e energia para que jamais desistas das lutas de todos os dias. Que os amigos que te cercam sejam sempre sinceros e que os teus caminhos sejam iluminados pelos anjos que estarão sempre a proteger-te e a abençoar-te.

Na realidade tu és a luz da nossa família.

Sabemos que um dia vais ler este simples manifesto de alegria, querida netinha. Vais ficar feliz sabendo que todos te dedicamos o carinho e amor que tanto mereces.

Ao dar-te os parabéns também englobamos os teus pais e restante família, pois eles adoram-te e partilham connosco toda esta felicidade.

Nestes tempos conturbados que estamos a viver socialmente, pedimos a DEUS, sim a DEUS porque somos católicos e alimentamos a esperança que melhores dias o futuro nos reserva, que a tua geração seja repleta de progressos.

Guardaremos connosco toda a alegria que nos tens proporcionado.

Obrigado por ser tudo de melhor que temos na nossa vida. Que este dia seja o primeiro de tantos outros especiais que terás pela frente.

FELIZ ANIVERSÁRIO Querida Neta.

Votos sinceros dos avós que muito te amam – Adozinda e Manuel”

Os pais da Diana e ela  Os avós - Adozinda e Manuel

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

23 de março de 2013

AO HOMEM E À SUA OBRA

O Homem

Sr. Henrique Meus caros leitores e amigos

Há momentos de reflexão que nos conduzem a tomadas de posição nas nossas vidas, que pela sua importância não podem ser adiadas.

Vem isto a propósito de algo muito importante que quero partilhar com os meus leitores e amigos.

Sei bem, que muitos poder-me-ão criticar por eu descrever estes textos, sendo eles tão pessoais.

A verdade é que o reconhecimento, gratidão, homenagem, a quem nos fez bem, são sempre oportunos, pecam muitas vezes por tardios, mas uma vez realizados tranquilizam a nossa mente, provocam sensações de alívio e consciência de dever cumprido. Vamos ao assunto.

No final do ano de 1977, encontrando-me a passar uma fase difícil da minha vida, havia que tomar opções, mudar de rumo, procurar no mercado de trabalho alguém que me desse a mão para começar uma nova vida. Bati à porta de muita gente que eu julgava importante e bem posicionada no meio empresarial. Não foi fácil. Vivia-se uma época de desenvolvimento no sector da Industria, comércio e serviços.

Em Janeiro de 1978, desloquei-me a Lisboa, visto que me encontrava com residência na minha aldeia, Parada-Bragança, no Nordeste trasmontano, onde predominava a agricultura, com poucas possibilidades de desenvolver, talvez pela sua situação geográfica, dificultando o escoamento dos seus produtos. No contacto com amigos, foi-me sugerido uma visita à empresa: Fábrica de Plásticos TITAN, pedir para falar com o dono Sr. Henrique Fernandes, pois constava que estava a admitir pessoal.

TITAN - Entrada Principal

No dia seguinte, seguindo as directivas dos meus amigos, desloquei-me e pedi para ser recebido pelo Sr. Henrique. Apresentei-me: Sr. Henrique, o meu nome é Manuel Afonso, venho pedir-lhe trabalho. Este, pensando eu que não tinha percebido a minha solicitação, perguntou-me: o Sr. Quer o quê? Trabalho, respondi eu. Respondeu-me afirmativamente, o Sr. Está admitido, esteja cá amanhã às 07H45, para começar a trabalhar.

Assim iniciei um novo ciclo de vida. Comecei a minha actividade no dia 2 de Fevereiro, como operário de máquinas de Insuflação.

Decorrido um curto espaço de tempo, o Sr. Henrique, convidou-me para ir trabalhar para um departamento de Contabilidade Analítica. Sentia-me ambientado e a fazer um trabalho que muito embora não fosse bem a minha área preferida, dava-me possibilidade de desenvolver a minha mente a novos projectos. Era aliciante trabalhar com números determinar preços de custos da produção, enfim desenvolver a minha parte cultural, colocando em prática todos os meus conhecimentos. Por ali permaneci alguns tempos, até que, um dia o Sr. Henrique me convidou a ocupar o lugar de Tesoureiro, cargo que consciente das responsabilidades que recaiam sobre mim, aceitei e onde me mantive até ao dia 31 de Julho de 2001. Devo referir e porque é justo, sempre senti um apoio e confiança de toda a Administração.

Feita esta descrição, quero neste simples meu/vosso espaço, deixar registado o meu profundo reconhecimento de gratidão ao Homem que tanto me ajudou ao longo do tempo em que fui seu colaborador. Nutro por ele uma grande admiração e estima, digo publicamente que jamais esquecerei muitas palavras que ele me transmitiu. Aconselhou-me a continuar os meus estudos, exemplificou-me com episódios da sua vida os sacrifícios por que passou para conseguir os seus objectivos

Não é minha intenção honrar, elogiar ou criticar ninguém, é apenas dizer aquilo que o meu coração sente, não preciso de arranjar muitos adjectivos. Apenas quero dizer obrigado Sr. Henrique por tudo quanto me ajudou, é um Homem bom, vou continuar a ter o privilégio de ser seu amigo, pode contar com a minha amizade, porque ela é sincera e estou ao seu dispor ao longo do nosso caminho a percorrer.

A obra

TITAN - Fachada Principal Falar do Homem e não falar da sua obra, seria para mim frustrante. Assim, vou fazer uma descrição limitada, ilustrando-a com algumas fotos da minha autoria da empresa Fábrica de Plásticos TITAN.

Em início de 1957, foi constituída uma Sociedade e registada com o nome acima referenciado. Tinha como finalidade a transformação de matérias plásticas e oficina de moldes.

Primeira Máquina - TITAN A sua actividade foi crescendo, mudando de instalações conforme o seu volume de negócios ia aumentando e tentando dar condições a nível de espaço físico adequado ao bom funcionamento do negócio.

Construíram instalações modernas de área suficiente para a instalação dos diversos sectores que uma empresa necessita. Área envolvente, fácil acesso. A área da empresa ronda os 10.000m2. Aí se instalou o sector administrativo, parque de máquinas, oficina de moldes, acabamentos, gravação, armazém de produtos acabados, expedição, enfim tudo o que de melhor se podia desejar para o bom e regular funcionamento.

Os recursos humanos eram constituídos por aproximadamente 350 trabalhadores, funcionando em sistema de turnos contínuos os trabalhadores da produção máquinas. Estes turnos dividiam-se nos seguintes horários: 00H00 às 08H00, 08H00 às 16H00 e 16h00 às 24H00 inclusive fins-de- semana.

A produção era toda dirigida à Industria farmacêutica, embalagens, electrónica, cosmética etc. A oficina de moldes executava com rigor todo o trabalho inerente à construção dos mesmos e seu funcionamento.

Para finalizar este trabalho, desejo ao Sr. Henrique Fernandes, as maiores felicidades, bem como a toda a sua família, continuo a ser seu amigo e o meu eterno obrigado, sentindo-me muito honrado por ter servido esta magnífica empresa.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

7 de dezembro de 2012

Um pouco de mim se perdeu

Adeus Amigo Carlos Paulo

Carlos Paulo Hoje, pelas 11h15, recebi uma chamada do meu colega António Santos, participando a ocorrência da morte do nosso comum amigo Carlos Paulo.

Confesso que recebi um “murro no estômago”, mesmo sabendo, antecipadamente, que o seu estado de saúde era muito precário e praticamente irreversível. Os colegas Monteiro e António, sempre me iam dando informações sobe o seu estado de saúde.

Parei o carro, senti uma emoção profunda, uma lágrima no canto do olho, raiva não sei bem de quê, mas as pernas tremiam e só minutos depois prossegui para o meu destino.

As amizades constroem-se ao longo dos tempos. Tive o privilégio de conhecer este amigo, decorria o ano de 2001. Pouco tempo é verdade, mas o suficiente para o catalogar como meu amigo, razão pela qual lhe estou a dedicar esta missiva neste meu/vosso espaço.

No decorrer da nossa vida profissional, mantive um relacionamento muito cordial e mesmo sabendo dos seus episódios clínicos, admirava-o pela sua coragem, luta e vontade de vencer a doença.

Há sempre aquela máxima que, quando alguém nos deixa, termos o hábito de o catalogar como: belo ser humano, pessoa íntegra, de bom coração, enfim… todos aqueles chavões comuns que, no caso Carlos Paulo, mais não são do que verdades inquestionáveis.

Meu amigo Carlos, eu vou deslocar-me à Igreja para, pela derradeira vez, te fazer companhia por algum tempo. Porque sou católico, vou elevar a DEUS as minha orações.

Quero guardar comigo o sentimento de ter conhecido um Homem bom, humano, divertido e vou ficar-me por aqui em adjetivação, pois teria muito que escrever.

Amanhã estarei a teu lado para te dizer ADEUS.

À família que não conheço, eu peço autorização para me deixarem participar do seu luto. Pretendo associar-me ao vosso sofrimento, apresentando-vos os meus mais sinceros e sentidos pêsames. O Céu espera este vosso parente.

Adeus amigo Carlos Paulo

Manuel Afonso

24 de setembro de 2012

FAMÍLIA MARTA – A minha família

Caros familiares, amigos, conterrâneos e visitantes;

Desde o seu “nascimento” até à presente data, ainda não tinha referido, neste meu/nosso espaço, matéria que focasse particularmente sobre a minha própria família. Achei oportuno escrever algumas coisas, desta feita sobre o lado paterno, uma vez que localizei esta fotografia, onde se encontram os meus avós Martas, rodeados pelos seus sete filhos. Dos sete, faleceu a Elvira muito nova, aliás eu já não tive o privilégio de a conhecer.

Para melhor visualização fiz questão de legendar a foto para que possam recordar e melhor identificar os nossos familiares.

Família MARTA
Infelizmente também me não foi dada a graça de conhecer os meus avós, motivo que mais me incentiva a colocar este post, prestando-lhes uma singela homenagem, porque, infelizmente, já não fazem parte do mundo dos vivos, enquanto que, entidades físicas, mas para sempre vivos no meu coração.
Falando sobre a minha família, apenas sei que era muito feliz, trabalhadora e generosa.
Tanto meu pai. como o(a)s meus/minhas tio(a)s pautaram-se pelos critérios de vida recebidos, todos eles casaram, o que veio a dar origem a uma família numerosa.
Esta foto que aqui e agora coloco, também representa a árvore genealógica e uma grata recordação para todos.
Para terminar, quero dizer a todos os meus primos que estejam interessados em obter esta foto, que eu já mandei restaurar, podem contactar-me que eu tenho o maior prazer em a oferecer.
Com um grande abraço

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

31 de julho de 2012

Fim de Ciclo

Caros amigos, conterrâneos e visitantes;
Como poderão facilmente depreender, abro hoje uma excepção, porque oportuna e principalmente merecida, e dedico estas minhas sentidas “palavras” aos destinatários que se seguem;
“Aos meus (ex)colegas
Hoje ao encerrar uma etapa da minha carreira profissional, decidi dedicar algumas palavras a todos quantos comigo, ultimamente privaram. Ficam registadas neste meu/vosso humilde blogue para memória futura.
Ao abraçar sentida e fraternalmente todos com quem tive o prazer de trabalhar na DGAEP – Direcção Geral de Administração e Emprego Público, deixo-lhes uma palavra de gratidão e um muito obrigado por tudo o que me proporcionaram, com principal relevância para a vossa amizade.
Não obstante ter tido a sorte de privar com muitas e óptimas pessoas, estas palavras são dedicadas àqueles que de alguma maneira, mais fundo caíram no meu coração.
Até aqui e durante um bom número de anos viajámos juntos. Passaram por nós débitos, créditos, adiantamentos, somas, subtracções, divisões, multiplicações, um sem fim de cálculos matemáticos...
Não faltaram os grandes obstáculos. Contudo, frequentes foram os degraus que nos ajudaram a transpor os abismos que nos foram colocados...
As subidas e descidas foram realidade sempre presente. Juntos, percorremos rectas, apoiámo-nos nas curvas, juntos descobrimos escolhos mas e também afectos...
Chegou o momento de seguirem viagem sem mim...
Que as experiências convosco compartilhadas, no percurso até aqui, sejam para mim, a alavanca para que alcance a alegria de chegar ao destino projectado – o merecido descanso e uma maior atenção aos meus familiares.
Creio que deixarei, do mesmo modo como herdei, a saudade e a esperança de um reencontro aos que, por vários motivos, deixaram o nosso local de trabalho, seguindo outros caminhos, trajecto que hoje iniciarei.
O meu enorme agradecimento àqueles que, mesmo não dando a cara, mas sempre presentes, me quiseram bem e me apoiaram nos bons e nos maus momentos.
Permitam-me que divida convosco os méritos desta conquista, porque ela também a vocês pertence.
Uma despedida agora se torna necessária antes de nos podermos reencontrar, ou seja, adeus – jamais, melhor direi – até sempre.
Que as nossas despedidas sejam um eterno reencontro.
Parafraseando o grande escritor Nicholas Sparks, resta-me dizer;
“A razão por que a despedida nos dói tanto é porque as nossas almas talvez estejam ligadas. Talvez sempre tenham estado e sempre estarão. Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos reencontramos. E talvez a cada vez tenhamos sido forçados a separar-nos pelos mesmos motivos. Isso significa que este adeus é ao mesmo tempo um adeus pelos últimos dez mil anos e um prelúdio do que virá.
Encontra-mo-nos por aí.”
Dra Maria do Rosário_Subdiretora geral e Dra Paula Oliveira_Diretora de serviços
Dra Paula Almeida_ChefeDivisão  ChefeDirecto_Alvaro Alves Dra Célia Martins
Técnicas Superioras Drª Sandra Rosa e Natacha Ribeiro
 Anabela Dias e Filomena Simões,colegas
Manuel Afonso

17 de julho de 2011

Amizade

Meus caros leitores e amigos.

No inicio de 1967, assentei praça na Armada Portuguesa. Aqui conheci pessoas extraordinárias com os quais criei laços de amizade e camaradagem, não só para a situação no momento, mas sim para toda a vida.

No dia 9 de Junho, fui visitar o Patrício, que já não via há pelo menos 40 anos. O encontro foi marcado a convite deste, extensivo ao Novais, João e Francisco Duarte. Encontramo-nos em Cernache do Bom Jardim. Foi emocionante o meu reencontro com estes meus amigos que muito prezo. O Novais, o João e o Duarte são contactos mais regulares. O Patrício, este que sempre foi um colega que muito estimava e estimo, por contingências da vida, não me foi possível estabelecer contacto mais regular, sentindo assim imensas saudades. Hoje, felizmente, terei oportunidade de mitigar um pouco essas saudades e encontro-me satisfeito por ter conseguido realizar este encontro.

Também quero fazer um apelo a algum leitor que passe por este meu pequeno texto, se conhecer alguém que tenha sido incorporado na Armada Portuguesa em Janeiro de 1967, mais concretamente na especialidade de Artilheiro, entre em contacto comigo, pois será um prazer rever amigos.

Vou proceder à exposição conjunta com este texto de uma foto com o nosso grupo actual.

João, Novais, Afonso, Patrício e Duarte. (ordem da fotografia da esquerda para a direita).

Convívio 09/06/2011

Um abraço e um Olhar, deste vosso.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

16 de dezembro de 2010

Natal 2010

Meus caros amigos.

Natal!

A palavra, por si só, enche os nossos corações de alegria. Não importa quanto temamos as pressas nas compras por acabar, as listas de presentes pendentes e as felicitações que nos fiquem por fazer. Quando chega o Natal, sentimos o mesmo calor que sentíamos quando éramos meninos, o mesmo calor que envolve os nossos corações.

Que este Natal seja de abundância e paz em todos os corações e que o ano vindouro seja repleto de alegria, realizações e harmonia.

Aproveitando o aproximar desta quadra festiva, não queria deixar de vos presentear com um postal de boas festas, da minha autoria.

Ao fazê-lo englobo familiares, amigos e todos quantos passaram ou possam via a passar por este meu simples blog.

A todos o meu desejo de um Santo e Feliz Natal.

Castelo São Jorge - Lisboa 

Manuel Afonso

29 de outubro de 2010

25º Aniversário do Bruno

Filho - Palavra mágica que tanta felicidade proporciona.

DSC_0093 Ao celebrar este teu aniversário, usufruindo deste meio de expressão que é a escrita, quero exprimir um acumular de sentimentos que muitas vezes não conseguimos transmitir na nossa vivência.

Ao longo de todos estes anos, tenho feito todos os esforços para te educar, guiando-me pelos princípios que julgo dignos e adequados às normas que regem a sociedade. Ao longo desta vivência tentei ser um pai presente acompanhando-te nas tuas actividades fazendo sempre os possíveis para seres um ser feliz.

Ao dedicar-te estas linhas, move-me um sentimento um pouco egoísta. Na realidade quero que saibas que este dia é igualmente importante para mim, é como se nesta data, eu esteja a receber um grande prémio que conquistei no passado.

É porque neste dia eu consigo mostrar ao mundo porque tenho tanto orgulho em ti.

Efectivamente assim é, dado que és o nosso maior troféu - quando chegaste a nossa vida transformou-se: parece que ficou mais leve, mais radiosa, com um novo ideal.

Por isso filho, eu quero homenagear-te e simultaneamente pedir-te desculpas por me realizar em ti. Que bom é saber que tu, também és eu e que quando chegar a hora de partir, vou cá continuar por ainda mais tempo.

Para além de tudo o que possa dizer, sendo tu meu filho e o melhor de mim, sei que és uma pessoa especial, daquelas que marcam as vidas daqueles com quem te cruzas, pela tua forma extraordinária de ser e as tuas notáveis qualidades... as tuas palavras são sinceras, sempre honraste e respeitaste os teus pais, és marido responsável e pai extremoso... ficaria aqui uma vida a enumerá-las.

Neste dia em que dás mais um passo na busca de novos caminhos e conquistas, quero que saibas que foste, és e serás uma das melhores partes da minha vida. A parte das alegrias. Ajudaste-me sempre a sorrir e a ter orgulho em ti. Hoje, para além de um sorriso, darei um grito de felicidade. Desejo que dês muitos e bons passos na vida e conquistes os teus objectivos, pois capacidade para isso não te falta.

Que tenhas sempre a felicidade no teu olhar, não só neste dia, mas em toda a tua vida.

E é com todo o amor, carinho e sinceridade que eu te digo: Parabéns Filho pelo teu 25º aniversário!!!

Desculpe-me aqueles que lerem este post, mas eu tenho o melhor filho do mundo.

Manuel Afonso

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares