PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

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A mesma Parada vista por dois olhares

27 de janeiro de 2015

2º Convívio dos Paradenses

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

Brasao_Parada[1] É gratificante ter novamente a oportunidade de me dirigir a todos os que residem, nasceram ou possuem ligações com a nossa querida Parada de Infanções.

Servindo de arauto à “Comissão Organizadora” do convívio dos Paradenses para este ano, da qual muito me honra fazer parte, lisonja-me informá-los de tão gratificante evento, transcrevendo, para tal e na íntegra, carta que enviá-mos a todos os paradenses (se tal não foi o caso, desde já em meu nome pessoal e no da restante comissão aqui vos peço a vossa compreensão pela falha), esperando que aqueles que não foram por ela contemplados, possam estar presentes no convívio após conhecimento através deste meu/vosso espaço.

Sem mais delongas e desejando a todos um Próspero ano de 2015…

“ Caros conterrâneos,

Cá estamos, de novo;

Pelo segundo ano consecutivo, juntamos forças e vontades para organizar o nosso Convívio, tendo sempre Parada de Infanções não apenas como memória, mas como inspiração apontada ao futuro. Ponte e lugar de encontro, espaço de fraternidade e de partilha. Plural e vivo. Sustentado na convicção, cada ano renovada, de que todos somos precisos para engrandecer e construir, na diversidade do que somos e pensamos, o nosso denominador comum que é o nosso berço, mesmo que para alguns, adoptivo.

O objectivo principal destes convívios é o de contribuir para o fortalecimento de laços afectivos, promover a consciência social e de amizade entre todos, recordando as nossas raízes; Incentivar a descoberta da nossa querida freguesia identificando o seu património natural e cultural e tentar promover, a todos os aderentes ao convívio, a partilha de momentos agradáveis, de boa disposição e, porque não, aprendizagem.

Importa referir que estamos abertos a sugestões que eventualmente possam enriquecer este nosso encontro/convívio.

Da nossa parte (comissão 2015), deixamos também um forte apelo à participação de todos, naquele que poderá ser um marco histórico (mais um), da nossa existência enquanto actores sociais, neste universo de acontecimentos onde os valores muitas vezes económicos se sobrepõem a outros, nomeadamente aos da amizade e sobretudo os da Solidariedade.

Por isso, parafraseando o grande Zeca Afonso “venham mais cinco e tragam amigos também”!

Adeus, um abraço que vos enlace a todos.

Apolinário, José Emílio e Manuel Silvino”

Contactos:

Apolinário - manuelapolinario@sapo.pt / telem-963661809

José Emílio - josé.geraldes50@gmail.com / telem-917646400

Manuel - manuelantonioafonso@gmail.com / telem-917195822

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Segue também cartaz alusivo ao convívio, bem como mapa orientador do local do evento.

Convite Frente

Convite Atrás 

Esperando a vossa comparência massiva …

Num abraço fraterno, os meus cumprimentos e VIVA PARADA.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

2 de janeiro de 2015

RÉQUIEM PELO NOSSO AMIGO AFONSO

Mais do que um Adeus… um Até Sempre

1946-2015

Afonso Galhabano - 1946/2015 Hoje, 2 de Janeiro de 2015, o dia amanheceu mais triste. Pelas 9h 25m o telefone tocou. Era a nossa conterrânea Ana Paula Costa e as notícias foram as que, definitivamente, não queria ouvir.

O Afonso, mais conhecido pelo Afonso do Galhabano, o nosso Amigo, querido de todos e por todos, deixou a sua família e todos os amigos hoje de madrugada e partiu.

Para todos nós, é uma perda difícil de compensar mas resta-nos a esperança de que agora ele vele por nós lá Encima. Para a família, não há palavras que possam ser ditas para a consolar, mas aqui fica a minha pequena homenagem ao nosso amigo que foi sempre uma pessoa especial.

Fiquei triste, muito triste. A notícia apanhou no percurso que faço desde minha casa até ao ginásio que diariamente frequento. Tal como se tivesse levado “murro no estômago”, fiquei sem fôlego e sem sentido de orientação. Regressei a casa, reflecti e perguntei-me o que fazer. Infelizmente, não posso viajar, para lhe prestar, pessoalmente, a minha última homenagem, por razões e afazeres particulares, para as quais a minha presença é indispensável.

Ao Afonso, pessoa da minha geração e de quem sempre fui amigo dedicado, ligava-me um elo mais íntimo, porque para além de com ele ter convivido durante a adolescência, quis o destino unir os nossos percursos de vida no serviço militar, na Marinha de Guerra Portuguesa, onde os laços de amizade se fortaleceram.

Ao longo dos anos, desfrutámos de um salutar relacionamento, pautando a nossa conduta por princípios que os nossos pais nos ensinaram. Lealdade, companheirismo, respeito pelo próximo e dedicação a todos que nos eram próximos.

Caracterizar o Afonso, é muito simples. Costuma-se dizer que quando alguém parte, deixa saudades e é sempre uma excelente pessoa. Sobre este amigo, eu digo com toda a sinceridade que foi das pessoas mais puras que até hoje tive o prazer de conhecer.

O Afonso, era simples, generoso, honesto, trabalhador, inteligente e não vou alongar-me mais, pois iria esgotar o leque de adjectivos.

Á sua família apresento as minhas sentidas condolências e deixem-me comungar do vosso luto, porque é esse o meu estado de espírito.

A ti meu amigo, eu digo: Não vou chorar a tua morte, a tua alma voa para o Céu acompanhada da saudade dos que amaste na terra e continuarás a amar no Céu.

A todos os meus amigos e leitores, eu envolvo num fraternal abraço e já agora porque a vida continua e estamos em início de ano, a todos desejos um feliz Ano Novo.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)