PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares

16 de setembro de 2015

Parabéns a você

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

ManuelGranja_81A palavra “aniversário” é a repetição do dia e do mês em que se deu determinado acon-tecimento. Em suma, refere-se à comemora-ção da periodicidade anual de qualquer evento importante – mais um ano de vida.

Pois bem, sendo assim temos de nos sentir felizes, pois é um momento de oportunidade para conviver e celebrar rodeado de amigos e família.

Hoje, 16 de setembro de 2015, faz 81 anos de vida, o meu amigo Manuel Granja. Para ele eu quero registar neste meu/vosso modesto espaço virtual o meu caloroso abraço de PARABÉNS. Formulo votos de que esta efeméride se repita por muitos anos e que continues a contar com a nossa presença.

Quero englobar neste meu abraço os teus amigos que tiveram o privilégio de te acompanhar no magnífico almoço que nos ofertaste, pois tenho a certeza de que todos comungam deste meu sentimento.

Meu amigo Granja; há uns anos que nos conhecemos. Fizemos amizade, convivemos nos corredores da vida, respeitamo-nos mutuamente e cada ano que passa os laços de amizade se fortalecem.

Como referi no início deste meu texto, fico sempre muito feliz quando me associo a eventos desta natureza, mas meu amigo, estar a teu lado com a tua idade e jovialidade, deixa-me radiante.

Eu, sou católico, por isso eu peço a DEUS que me ajude a seguir o meu caminho com a mesma pujança física e mental que tu nos transmites, com Saúde, Dinheiro e Amor.

Para ti, que mais eu posso desejar? Que a tua vida, quer a nível pessoal, tanto como familiar te continue a sorrir, pois tu bem mereces.

Como não podia deixar passar este renovar de ciclo, fiz umas simples imagem que espero ilustrem o texto.

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Manuel Afonso (Manuel Silvino)

6 de setembro de 2015

Tempos de criança

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

Não sei bem porquê, mas a verdade é que hoje, ao consultar os meus arquivos fotográficos, deparei com umas imagens há pouco tempo produzidas, mais concretamente no mês de Junho passado, que criaram em mim um sentimento de nostalgia, que passo a descrever;

Tendo nascido na maravilhosa aldeia de Parada, por ali cresci, fiz a minha infância e adolescência. A primeira vez que me foi dado observar o mar, já eu tinha 16 anos, altura em que me desloquei a Matosinhos, prestar provas de admissão ao concurso de voluntários para ingresso na Marinha Portuguesa.

Como habitualmente a estação do verão atingia temperaturas altíssimas. Praia? Nem sabia o significado dessa palavra. Então as crianças da minha aldeia, deslocavam-se à procura de locais frondosos e com água em abundância.

Existia e existe, um local idílico denominado Olas, com poços feitos pela natureza nas próprias rochas, fazendo jus aquele provérbio que diz “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Água corrente da ribeira cristalina, oferece piscinas naturais de encantos indiscritíveis.

Ausência de poluição, habitat de algumas espécies aquáticas, rãs, pequenos répteis, cobras de água inofensivas, que com a nossa presença se afugentavam.

Por volta do meio-dia, depois de almoço, as crianças rumavam em grupos na direção da ribeira para usufruir de umas horas de lazer, tomando as nossas banhocas, completamente nus, aprendendo as nossas técnicas de natação e mergulho.

Que saudades desses tempos de felicidade que a natureza tão bela e tão pura nos proporcionava.

Bem sei que muitos também aproveitavam o armazenamento de água nos poços das hortas destinados a regas para dar uns mergulhos. Mas meus amigos, Olas eram Olas e mais a poente, também existia o Merouço, mas de menor dimensão.

Voltando às Olas, a cascata caía sobre a Caldeirinha, esta através de um buraco descia ao Caldeirão onde em cascata a água caía no Poço do Ladrão, este de maior dimensão, permitido espaço de maior conforto para a natação.

Bom, recordo que a nível de salto e mergulho, havia uns de maior agilidade e audácia. Para mim, entre os melhores estavam o Pedro do Xico Pedro e mudo da Cristiana; enfim muitos mais havia a realçar.

Pois bem, depois desta modesta descrição do que era para mim/nós a praia, partilho com os meus leitores deste meu/nosso espaço virtual algumas imagens para ilustrar o que acabo de descrever. Estas, fotos podem não ser completamente esclarecedoras, dado o estado de abandono em que o local se encontra, muita vegetação e ausência de limpeza.

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Como sempre o meu caloroso e fraternal abraço. VIVA PARADA.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

19 de junho de 2015

Lazer - Madrid na Objectiva

Lazer - Madrid na Objectiva

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

É muito bom viajar. Desde muito novo criei hábitos de Lazer, viajando, conhecendo recantos e fazendo jus ao lema de ir para fora cá dentro. O nosso País é maravilhoso.

Desta feita e a convite de amigos, fiz uma pequena saída, na expectativa de conhecer o fora de portas.

Neste contexto, no passado dia 30 de Maio, viajei acompanhado de um grupo de pessoas, com destino a MADRID.

Os objectivos eram bem claros e definidos. Conhecer locais de interesse turístico, cultural e históricos.

A viagem decorreu num ambiente normal, proporcionando-me observar paisagens e monumentos.

Munido do meu inseparável equipamento fotográfico, fui registando alguns bonecos que partilho neste meu/vosso espaço virtual.

Visitei Madrid, cidade maravilhosa, passando por muitos locais com relevância, nomeadamente e passo a citar: Catedral de Almudena, Templo de Debod, Gran Via, Praça de Espanha e Parque Central, que mais parece um oásis no meio de uma cidade viva e local de muito encanto. Passei por las Ventas, Estádio Santiago Barnabeu, Estação da Atocha, Fontes de Neptuno, Cibeles e Torres de Picasso, fiquei encantado com esta majestosa cidade cosmopolita. Fiquei impressionado positivamente pela abundância de zonas verdes e arvoredo. O reboliço e intensidade de pessoas, nomeadamente na Praça do Sol.

Depois de visitar tudo o que acabo de descrever regressei ao Hotel para um descanso, recuperando forças para o dia seguinte.

Retomando o passeio e já de regresso a Lisboa, visitei a cidade de Toledo, cidade declarada Património Mundial pela Unesco em 1986 e descrita por Cervantes como a “Glória de Espanha”.

Em Toledo visitei o Alcásar, a Catedral, Sinagoga de Santa Maria de La Blanca, Zocodover e mercado Central. Deixei-me envolver pela cidade, onde cada rua ou cada esquina tem um pormenor que seduzia o meu olhar, fazendo cliques fotográficos nos mais variados enquadramentos.

Por último visitei uma Fábrica de transformação de aços e diversos materiais preciosos, onde tudo se transforma artesanalmente. Aqui adquiri alguns recuerdos para a minha família.

Neste contexto, quero agradecer ao Rodrigo, Leila e Xico, e motorista Nuno. Excelentes guias, sem eles não seria possível recolher tanto conhecimento.  

Por último, obrigado a todos os que me acompanharam, pela excelência da vossa amizade, aqui fica um Slideshow das fotografias que fiz, em formato de vídeo. Inicio com o nascer do Sol e termino com o por do Sol e a Lua, na entrada em Portugal.
Num abraço fraterno,
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Manuel Afonso (Manuel Silvino)

22 de abril de 2015

Almoço Convívio de Paradenses

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

De cada vez que nos propomos realizar algo, somos imbuídos por sentimentos de preocupação, dedicação, organização, esforço, empenho e, principalmente, união. Todos esses sentimentos dão lugar a um novo, quando atingimos o nosso objectivo, a GRATIDÃO.

Pensando na nossa mais recente realização: 2º Almoço Convívio de Paradenses, realizada no passado próximo dia 18 do corrente mês, quero, enquanto porta-voz da comissão organizadora deste ano, manifestar a nossa Gratidão a todos os Paradenses, nados ou não na nossa querida aldeia, pelas suas presenças. Agradecemos de uma forma geral a todos os que com a sua presença prestigiaram a festa, pois sem dúvida, sem a presença dessas pessoas, todos os esforços na organização do evento seriam em vão. Todavia não esquecemos todos aqueles que, por motivos vários, não conseguiram estar presentes fisicamente, mas que, atempadamente, deram desse facto conhecimento.

Aproveitando o embalo, não poderia deixar de referir quem comigo esteve nesta comissão organizadora. Para o sucesso do evento foi imprescindível a união de todos os esforços e a dedicação de todos os envolvidos, cada um dando uma parcela de contribuição, cuja soma foi o resultado satisfatório alcançado e que irá beneficiar, na minha opinião, eventos futuros. É importante ressaltar os comentários positivos que recebemos pós-evento, que elevam e dignificam o trabalho que realizámos colectivamente.

Com a efectiva participação de cerca de 120 pessoas de diferentes partes deste nosso rectângulo, temos toda a legitimidade de nos sentirmos orgulhosos.

Agradecimentos especiais ao Engº Victor Cordeiro que foi fazendo as fotografias, para podermos ilustrar este trabalho e registar para memória futura, para além de algumas “chapas” com o cunho deste vosso amigo.

Sem mais delongas, segue-se “filme” elaborado com as chapas tiradas no evento.

A pedido de alguns Paradenses presentes no evento, transcrevo na íntegra carta de agradecimento lida no evento por esta comissão organizadora.

“ Caras conterrâneas e conterrâneos,

Minhas senhoras e meus senhores,

Encontramo-nos aqui reunidos para o nosso segundo convívio, depois de no ano transacto um grupo de Paradenses se ter lembrado de levar a efeito um jantar convívio em jeito de encontro.

Pela adesão que então tiveram, em boa hora o fizeram e disso jamais nos poderemos esquecer, pelo que, perante todos os presentes, mais uma vez, lhe reiteramos a nossa profunda gratidão. Para eles, nós vos pedimos uma calorosa salva de palmas.

Neste segundo encontro, praticamente duplicamos o número de presenças, o que, só por si, atesta bem o espírito de coesão de todo um povo, a qualidade dos seus sentimentos e revela as suas raízes culturais, familiares e sociais, que tanto nos distinguem e devemos preservar a todo o custo, não só através destes convívios, como de outros eventos que se julgue importante concretizar.

Por isso, como comissão organizadora deste almoço, é com imenso orgulho e enorme satisfação, que hoje vemos aqui reunidas, em convívio, diferentes gerações da nossa querida aldeia – PARADA DE INFANÇÕES. Queremos, a todos vós, em geral, deixar aqui uma palavra de agradecimento pela vossa presença massiva, não podendo esquecer, não só, aqueles que tiveram que fazer grandes deslocamentos para poderem conviver connosco, mas muito especialmente aqueles que por razões de diversa ordem, não lhes foi possível dizer presente, embora muitos deles, se não todos, nos tivessem transmitido a sua gratidão pelo convite e revelado a tristeza que sentiam pela sua ausência. A todos, sem excepção, o nosso BEM HAJAM.

Quando esta comissão resolveu assumir o encargo de organizar o convívio do corrente ano, estabeleceu alguns pressupostos para a sua concretização que julgamos conveniente transmitir-vos. A saber;

1º Realizar este convívio ao almoço de um sábado;

2º Realizá-lo no mês de Abril;

3º Se possível, realizá-lo num restaurante, por ordem de prioridade, com as seguintes características:

- Suficientemente espaçoso para albergar no mínimo oitenta pessoas;

- Que nos garantisse privacidade;

- Com bons parques de estacionamento;

- E, na medida do possível, pertencesse a alguém de Parada ou fosse transmontano.

Julgo que estes pressupostos justificam sobejamente a nossa escolha, embora nem todos fossem possíveis cumprir. Fazemos voto que seja do vosso agrado.

Esta comissão é defensora da continuação da realização deste encontro de Paradenses, contudo, julga ser necessário definir se o mês, a hora e o local da sua realização é encargo da comissão nomeada ou se entende que essa decisão deve ser tomada depois de ouvidas a maioria dos Paradenses, residentes na área de Lisboa através de e-mail.

No mesmo sentido se põe o problema da nomeação da comissão para a organização do convívio no próximo ano, sendo nós da opinião de que se deve dar prioridade ao voluntariado.

Fazemos votos que este convívio seja uma fonte de união, fortalecimento e enriquecimento para todos nós, muito especialmente para todos aqueles que, por contingências da vida, tiveram de procurar o futuro, longe da terra que os viu nascer.

Em nome da comissão, mais uma vez, o nosso muito obrigado.

VIVA PARADA! “

Resta-me não só divulgar os nomes da comissão organizadora para 2016 - João Afonso, Jorge Afonso e Ricardo Afonso, bem como desejar-lhes o maior sucesso na tarefa com que ficaram a cargo.

Num abraço fraterno, os meus cumprimentos e VIVA PARADA.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

27 de janeiro de 2015

2º Convívio dos Paradenses

Caros conterrâneos, amigos e leitores;

Brasao_Parada[1] É gratificante ter novamente a oportunidade de me dirigir a todos os que residem, nasceram ou possuem ligações com a nossa querida Parada de Infanções.

Servindo de arauto à “Comissão Organizadora” do convívio dos Paradenses para este ano, da qual muito me honra fazer parte, lisonja-me informá-los de tão gratificante evento, transcrevendo, para tal e na íntegra, carta que enviá-mos a todos os paradenses (se tal não foi o caso, desde já em meu nome pessoal e no da restante comissão aqui vos peço a vossa compreensão pela falha), esperando que aqueles que não foram por ela contemplados, possam estar presentes no convívio após conhecimento através deste meu/vosso espaço.

Sem mais delongas e desejando a todos um Próspero ano de 2015…

“ Caros conterrâneos,

Cá estamos, de novo;

Pelo segundo ano consecutivo, juntamos forças e vontades para organizar o nosso Convívio, tendo sempre Parada de Infanções não apenas como memória, mas como inspiração apontada ao futuro. Ponte e lugar de encontro, espaço de fraternidade e de partilha. Plural e vivo. Sustentado na convicção, cada ano renovada, de que todos somos precisos para engrandecer e construir, na diversidade do que somos e pensamos, o nosso denominador comum que é o nosso berço, mesmo que para alguns, adoptivo.

O objectivo principal destes convívios é o de contribuir para o fortalecimento de laços afectivos, promover a consciência social e de amizade entre todos, recordando as nossas raízes; Incentivar a descoberta da nossa querida freguesia identificando o seu património natural e cultural e tentar promover, a todos os aderentes ao convívio, a partilha de momentos agradáveis, de boa disposição e, porque não, aprendizagem.

Importa referir que estamos abertos a sugestões que eventualmente possam enriquecer este nosso encontro/convívio.

Da nossa parte (comissão 2015), deixamos também um forte apelo à participação de todos, naquele que poderá ser um marco histórico (mais um), da nossa existência enquanto actores sociais, neste universo de acontecimentos onde os valores muitas vezes económicos se sobrepõem a outros, nomeadamente aos da amizade e sobretudo os da Solidariedade.

Por isso, parafraseando o grande Zeca Afonso “venham mais cinco e tragam amigos também”!

Adeus, um abraço que vos enlace a todos.

Apolinário, José Emílio e Manuel Silvino”

Contactos:

Apolinário - manuelapolinario@sapo.pt / telem-963661809

José Emílio - josé.geraldes50@gmail.com / telem-917646400

Manuel - manuelantonioafonso@gmail.com / telem-917195822

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Segue também cartaz alusivo ao convívio, bem como mapa orientador do local do evento.

Convite Frente

Convite Atrás 

Esperando a vossa comparência massiva …

Num abraço fraterno, os meus cumprimentos e VIVA PARADA.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

2 de janeiro de 2015

RÉQUIEM PELO NOSSO AMIGO AFONSO

Mais do que um Adeus… um Até Sempre

1946-2015

Afonso Galhabano - 1946/2015 Hoje, 2 de Janeiro de 2015, o dia amanheceu mais triste. Pelas 9h 25m o telefone tocou. Era a nossa conterrânea Ana Paula Costa e as notícias foram as que, definitivamente, não queria ouvir.

O Afonso, mais conhecido pelo Afonso do Galhabano, o nosso Amigo, querido de todos e por todos, deixou a sua família e todos os amigos hoje de madrugada e partiu.

Para todos nós, é uma perda difícil de compensar mas resta-nos a esperança de que agora ele vele por nós lá Encima. Para a família, não há palavras que possam ser ditas para a consolar, mas aqui fica a minha pequena homenagem ao nosso amigo que foi sempre uma pessoa especial.

Fiquei triste, muito triste. A notícia apanhou no percurso que faço desde minha casa até ao ginásio que diariamente frequento. Tal como se tivesse levado “murro no estômago”, fiquei sem fôlego e sem sentido de orientação. Regressei a casa, reflecti e perguntei-me o que fazer. Infelizmente, não posso viajar, para lhe prestar, pessoalmente, a minha última homenagem, por razões e afazeres particulares, para as quais a minha presença é indispensável.

Ao Afonso, pessoa da minha geração e de quem sempre fui amigo dedicado, ligava-me um elo mais íntimo, porque para além de com ele ter convivido durante a adolescência, quis o destino unir os nossos percursos de vida no serviço militar, na Marinha de Guerra Portuguesa, onde os laços de amizade se fortaleceram.

Ao longo dos anos, desfrutámos de um salutar relacionamento, pautando a nossa conduta por princípios que os nossos pais nos ensinaram. Lealdade, companheirismo, respeito pelo próximo e dedicação a todos que nos eram próximos.

Caracterizar o Afonso, é muito simples. Costuma-se dizer que quando alguém parte, deixa saudades e é sempre uma excelente pessoa. Sobre este amigo, eu digo com toda a sinceridade que foi das pessoas mais puras que até hoje tive o prazer de conhecer.

O Afonso, era simples, generoso, honesto, trabalhador, inteligente e não vou alongar-me mais, pois iria esgotar o leque de adjectivos.

Á sua família apresento as minhas sentidas condolências e deixem-me comungar do vosso luto, porque é esse o meu estado de espírito.

A ti meu amigo, eu digo: Não vou chorar a tua morte, a tua alma voa para o Céu acompanhada da saudade dos que amaste na terra e continuarás a amar no Céu.

A todos os meus amigos e leitores, eu envolvo num fraternal abraço e já agora porque a vida continua e estamos em início de ano, a todos desejos um feliz Ano Novo.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)