PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

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A mesma Parada vista por dois olhares

25 de janeiro de 2011

Um Olhar sobre a Capital – II

Meus caros amigos,

Quem verdadeiramente me conhece, sabe bem que para mim, a palavra é mais válida do que um contrato assinado. Posto isto aqui vos deixo a continuação da “saga” – Um Olhar sobre a Capital.

Ruínas do Convento do Carmo

Convento do Carmo - Lisboa

O Convento da Ordem do Carmo de Lisboa localiza-se no Largo do Carmo e ergue-se, sobranceiro ao Rossio (Praça de D. Pedro IV), na colina fronteira à do Castelo de São Jorge.

O conjunto, que já foi a principal igreja gótica da capital, e que pela sua grandeza e monumentalidade concorria com a própria Sé de Lisboa, ficou em ruínas devido ao terramoto de 1755, não tendo sido reconstruído. Constitui-se em um dos principais testemunhos da catástrofe ainda visíveis na cidade. Actualmente as ruínas abrigam o Museu Arqueológico do Carmo.

É possível que a ruína do Convento do Carmo e do vizinho Convento da Trindade, aquando daquele terramoto, esteja na origem da expressão popular "Cair o Carmo e a Trindade".

Miradouro de São Pedro de Alcântara

São Pedro de Alcântara - Miradouro

Miradouro situado no topo do percurso do Elevador da Glória, perto de uma das muitas entradas para o Bairro Alto, de onde se tem uma bonita perspectiva sobre o lado leste da cidade de Lisboa, nomeadamente os bonitos bairros da Graça e de São Vicente de Fora e o Castelo de São Jorge.
Junto à balaustrada encontra-se um painel de azulejos com o mapa da cidade representado, ajudando a identificar alguns locais de Lisboa.
As sombras das árvores que rodeiam o Miradouro tornam-no ainda mais agradável, aliadas aos confortáveis bancos para melhor usufruir da vista agradável.
As melhores perspectivas surgem ao fim do dia, quando as luzes de Lisboa se acendem e a encosta do castelo se ilumina.
À noite o miradouro é um popular ponto de encontro para os jovens lisboetas, que muitas vezes aqui se concentram para seguir viagem à famosa noite do Bairro Alto.

Turismo aéreo

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Das 19 espécies de gaivotas que se podem observar em Portugal, esta que captei aquando deste meu périplo pela capital, pertence à espécie Gaivota–d’asa-escura, que se caracteriza por ter o dorso escuro e patas amarelas. Os juvenis são acastanhados. Ocorre principalmente no Outono e no Inverno, tanto no litoral como nas zonas húmidas de interior.

De notar que todas as fotos, anteriormente e agora postadas, foram por mim tiradas e fazem parte do meu espólio fotográfico.

Um abraço e um Olhar, deste vosso

Manuel Afonso

1 comentários:

Queiroz Limão disse...

Meu caro amigo Manuel.
É realmente um privilégio ao proporcionar-nos esta viagem que, não obstante virtual, nos leva a pontos de extrema beleza mas muitos deles desconhecidos, mesmo pelos lisboetas ou por quem em Lisboa habita.
Parabéns