PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares

14 de setembro de 2013

Agosto de 2013 - Férias em Parada

Meus caros conterrâneos, leitores e amigos

O Agosto já lá vai. Regressei a Lisboa depois de alguns dias passados nos recantos da minha aldeia, no convívio com os meus amigos, romarias, visitas a locais maravilhosos que a natureza nos reserva e nós muitas vezes desconhecemos.

No decorrer deste mês, fiz registos fotográficos que me permitem concluir que é bom partilhar com aqueles que por diversos motivos não puderam estar presentes.

Vou tentar demonstrar que o nosso recanto Nordestino tem beleza natural, tradições de rara beleza, potencialidades turísticas, gastronómicas, sociais e sobretudo Humanas.

As famílias estavam particularmente felizes, encontravam-se rodeados de todos quantos lhes são queridos, passam o ano no estrangeiro, ganhando a sua vida. Falo obviamente dos emigrantes.

Assisti a batizados, convívios da população em almoços de sã convivência. Provas desportivas, desfiles de Moto 4 que me divertiram imenso com todas as suas acrobacias. Achega de touros e concertos (arraiais). Nas tardes, depois do café, não me cansava de observar os meus amigos a jogar sueca. Divertia-me o diálogo após cada jogo. Em bom abono da verdade reconheço que todos jogam muito bem. O treino também é intensivo.

As romarias são todas de cariz religioso. Sim porque são essas as crenças do nosso povo. Mas, existe uma sã concorrência entre aldeias para ver quem reuniu maior número de população no seu arraial, melhor conjunto e quantidade de fogo-de-artifício.

Ao fazer uma modesta seleção das fotos com que pretendia ilustrar este texto, facilmente verifiquei que a melhor solução passa por postar no final do mesmo, dando a possibilidade a todos os meus leitores contemplarem o que acabo de descrever. Aproveitei para fazer aquilo que muito gosto, fotografar. Recolhi alguns rostos de amigos e que os meus conterrâneos facilmente vão identificar. Quanto à natureza, fotografei o Lago Senábria, (Espanha), Rio de Onor, Ponte de Soeira e diversos recantos encantadores. A achega de bois realizou-se em Bragança.

A minha permanência em Parada, este ano foi mais prolongada. Digamos que assisti à chegada dos emigrantes e migrantes como eu também foram chegando. Confraternizei com todo o pessoal. A partir do dia 20 de Agosto a aldeia começou a ficar mais despovoada, pois o pessoal começou a regressar. Vi partir os amigos, resta-nos estas tecnologias das redes sociais que facilitam o contacto.

Da minha parte eu quero expressar que vou continuar a dar noticia da nossa aldeia e das suas gentes. Deixo-vos com as imagens. A todos cumprimento e envolvo num caloroso abraço.

DSC_0383    DSC_7617 -2   DSC_8680

DSC_8681   DSC_8721   DSC_9212

DSC_9619   DSC_9945   DSC_8598

DSC_6048   DSC_7615

DSC_8963   DSC_8964

DSC_8966   DSC_8968

DSC_8982   DSC_8992

DSC_9085   DSC_9105

DSC_9115  DSC_9118

DSC_9164  DSC_9170

DSC_9250  DSC_9256

DSC_9300  DSC_9333

DSC_9431  DSC_9735

DSC_9543  DSC_9880

DSC_9802  DSC_9803

DSC_9806  DSC_9861

DSC_9917  DSC_9918

resistenciacp[1]

Manuel Afonso (Manuel Silvino

0 comentários: