2 de dezembro de 2017

TUDO O QUE NOS UNE

Decorria o ano de 1950. Tempos difíceis………………..
Na aldeia de Parada-Bragança, nascem duas crianças de sexo masculino, separadas por escaços dias. Henrique Rodrigues Raimundo e Manuel António Afonso.
Os seus progenitores, vizinhos, amigos, faziam todos os sacrifícios para poderem criar os seus filhos. Famílias numerosas.
Eu, Manuel, lutava para sobreviver, mas na verdade a minha mãe não produzia leite suficiente para me amamentar. Sorte a minha, a tua mãe, Henrique tinha excesso e tu não conseguias esgotar aquele precioso alimento.
Assim, foi fácil para nós. Depois de estares de barriguinha cheia, pegava-lhe eu, já na altura de muito alimento. Foi assim que a tua mãe nos amamentou aos dois até alcançar a autonomia alimentar.
Adivinhava-se que seria o elo fraterno para a nossa vida.
Os nossos progenitores, unidos pelos laços da amizade viram prolongar no tempo o nosso crescimento, a nossa fraternidade que creio será até ao último sopro de vida. Até que a morte nos separe.
Decorridos 67 anos, continuamos unidos e de perfeita saúde, sei que o que eu sinto em relação a ti, Henrique é recíproco e assim nos vamos manter até ao resto da nossa vida. Não somos irmãos biológicos, mas somos de leite.
Em homenagem ao que nos une, partilho convosco a alegria de ter este ser humano no meu núcleo familiar.
   

11 de julho de 2017

CASCATA DO CACHÃO DA MALHADINHA – NEGREDA – VINHAIS


Meus caros conterrâneos amigos e leitores
A Natureza já não me consegue surpreender. Recantos e paisagens deslumbrantes que me surgem no quotidiano de um simples cidadão que tem por obi a fotografia.

Foi neste contexto que no passado mês de Abri, depois de alertado por amigos, me desloquei à aldeia de Negreda, concelho de Vinhais onde rodeada de uma vegetação densa fui encontrar um cenário deslumbrante.

Uma vez no local, munido da minha simples máquina fotográfica, captei algumas imagens de rara beleza e que eu quero partilhar convosco neste meu/vosso simples espaço virtual.
 
O acesso para lá chegar é muito íngreme, um caminho rural que faz a ligação ao lugar de Eiras Maiores numa distância de aproximadamente 1 Km.

A cascata, situa-se no Rio Melhe. Subi uns socalcos na encosta da margem direita, procurando o enquadramento possível para a minha simples objectiva. Foi difícil captar o curso de água pois a distância dificultava o enquadramento.

 O caudal não era muito forte dado a época em que materializei a fotografia. A dimensão da queda de água deve aproximar-se de 30 metros.

Pela sua beleza e dimensão arrisco partilhar, aconselhando uma visita, decerto vão gostar.


Com aquele abraço para todos os meus leitores.


7 de julho de 2017

FRANCISCO MARCOLINO


Requiem aeternam dona eis, Domine (“Senhor, concede-lhe o eterno descanso”)



Nasceu a 04 de Abril 1916; Faleceu a 07 de Julho 2017.

A morte, esse desfecho que aguarda a vida de todos nós, é uma certeza e uma sentença que a maioria se esforça por ignorar. Talvez, por isso mesmo, ela atinge tão violentamente os corações desprevenidos quando lhes rouba um ente querido ou um verdadeiro amigo.

Mas na verdade, quem conseguirá de facto preparar-se para tão terrível perda? Dito isto, sei que todos os teus (verdadeiros) amigos estão a passar por um desses momentos, e que nas suas casas paira uma nuvem carregada de dor, agora que tu, meu caro e querido amigo, faleceste. Os meus mais sentidos pêsames!

É um momento terrível de sofrimento, pois dizemos o último adeus a uma pessoa que todos estimavam muito, mas devemos ser fortes e confiar nos desígnios divinos.
Para os que ficam a vida continua, e quem partiu gostaria certamente de ver os seus amigos e familiares seguirem as suas vidas, honrando quem já não está entre eles com a memória de tempos idos.

Muita coragem para todos, e saibam que o meu pensamento e os meus sentimentos estão com todos vocês nesta hora difícil.

Saibam que é com um profundo tom de tristeza que hoje endereço estas palavras, pois servem para lamentar a nossa irreparável perda.

Pouco pode ser dito ou feito perante o único adeus que é definitivo, e nestas horas sobram as palavras, assim como se multiplica a dor e a saudade.

Muita força, muita coragem, e perante a ineficácia de qualquer consolo na perda, relembrem quem foi a pessoa que partiu e na saudade, memória e amor dos que ficaram, ela viverá para sempre.
Caro amigo Marcolino, sempre foste um grande homem e um grande amigo, e continuarás a viver através de nós.

Descansa em paz! ("Requiescat in pace")

IV- ALMOÇO CONVIVIO DE PARADENSES EM LISBOA


Caros conterrâneos amigos e leitores

É com muito orgulho e felicidade que mais uma vez levo aos meus leitores e seguidores um tema de muito significado para todos quantos como eu vibram com a união de todos os filhos da nossa terra.

No dia 25-03-2017, teve lugar mais um excelente repasto servido na Quinta de Monte Redondo em Negrais, em que mais uma vez dissemos presente ao apelo dos nossos conterrâneos organizadores.
Quero expressar os meus sinceros PARABENS à Marisa Costa, Manuel Pinheiro e Luís Gonçalves.

O pessoal aderiu com entusiasmo e tudo decorreu no melhor convívio social entre Paradenses e derivados. Tenho a certeza que muitos que por qualquer motivo não puderam estar presentes, comungam da nossa alegria e numa próxima oportunidade nos honram com a sua presença.
Senti a alegria de muitos conterrâneos que não se encontravam há largos anos, podendo assim repor conversa em dia, recordar tempos passados.

A juventude estava feliz e entusiasmados a dar seguimento a esta iniciativa em boa hora lançada pelo Marcolino, Duarte e Zé Alberto.

Neste contexto, foi nomeada uma comissão para o ano seguinte formada pelos conterrâneos Filipe Figueiredo, (filho da Augusta do Sr. Basílio),o Ricardo Figueiredo (filho do Francisco do Sr. Basílio) e Mauro Bartolomeu (filho da Ermelinda Tavares)
Posto isto, porque as imagens falam por si partilho um vídeo de imagens que ilustram este nosso Evento.


A todos presentes e ausentes, Paradenses em geral e a todos os meus seguidores envolvo num fraternal abraço.  



PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares