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30 de junho de 2013

PARADA EM FESTA

Meus caros conterrâneos, leitores e amigos.

No passado dia 16 de Junho, sua Reverência D. José Cordeiro, bispo de Bragança e Miranda, honrou-nos com a sua visita.

Encontrava-me em Parada, como tal, não podia deixar de registar tão relevante acontecimento.

Foi para mim gratificante, apreciar todo o clima criado para o efeito. O Povo engalanou-se. A população de Parada, foi como é seu hábito, trabalhadora, sim porque foram extraordinários no trabalho executado, generosos na arte de bem receber, acolhedores e sobretudo solidários. Sinceramente, reconheço que esta cerimónia transcendeu em muito as minhas expectativas, os meus parabéns a todos quantos prestaram o seu contributo. Bem hajam.

Sua Reverência, chegou a Parada às 10h30, o povo aguardava-o na capela de S. Roque. O José Emílio Pereira, dirigiu algumas palavras de circunstância, redigidas sobre o joelho um rascunho muito bem estruturado desejando as boas vindas. Porque o achei oportuno passo a transcrever este magnífico texto.

“Sua Reverência D. José Cordeiro, Senhor Padre Fontoura, Senhor Padre Rocha, Senhor Padre Tadeu, Senhores Diáconos, Senhores membros da Junta de Freguesia de Parada, minhas Senhoras e meus Senhores.

Em nome desta aldeia transmontana de Parada de Infanções, apraz-me neste momento tão solene, apresentar a vossa Reverência D. José Cordeiro, nosso querido Bispo e Pastor de Bragança e Miranda, os nossos respeitosos cumprimentos e agradecer a sua visita Pastoral, pois é sempre Bem-vindo. A sua visita creio que resulta um pouco tardia, porque esta aldeia de Parada, sendo a maior do concelho de Bragança, deveria de já ter tido essa honra.

Mas, diz o Santo Evangelho, pela boca do Senhor Jesus, que os últimos serão os primeiros. O meu/nosso muito obrigado.”

Dito isto, passo a descrever o acontecimento, colocando alguma ordem e ao mesmo tempo ilustrando com algumas imagens das muitas que recolhi, enriquecendo o texto que me proponho apresentar. O ambiente na aldeia é de festa, as ruas estão enfeitadas com pétalas de rosas e as mais variadas plantas. A Igreja encontra-se magnífica. Os seus altares carregados de flores, proporcionam um ambiente fantástico ao celebrar a Santa Eucaristia.

Sua Reverência, foi acompanhado por a população até à Igreja. No percurso, visitou o cemitério e o Centro de Dia, onde estão a decorrer grandes obras, já praticamente concluídas.

Chegada ao Adro da Igreja, mais população concentrada para receber tão ilustre personagem. Após a Missa, procedeu-se à Procissão pelas ruas da aldeia. Existiam peças ornamentais nas janelas, arcos bem ornamentados sobre as ruas e simultaneamente eram lançadas pétalas sobre as pessoas. Finda a procissão, seguiu-se uma visita de Sua Reverência aos monumentos da aldeia, nomeadamente, capelas da Srª da Santa Cruz, Srª do Carmo, Srª das Candeias, Santo Amaro. Visitou ainda com alguma mágoa a Fonte Vila.

Quero referir ainda, que o povo se concentrou num almoço convívio no Pavilhão Gimnodesportivo e o mordomo recebeu na sua casa no Bairro do Açougue a população em geral para os tradicionais tremoços e demais iguarias, bem acompanhado das respectivas bebidas., Em todas estas iniciativas já consagradas no programa Sua Reverência participou, confraternizando com o seu povo. São na minha modesta opinião, exemplos destes que enriquecem a Igreja Cristã.

Vou terminar este meu trabalho, pedindo desculpa aos meus amigos por não ter participado em alguns momentos tão especiais deste acontecimento, mas a vida é assim, tinha visitas em casa e precisava de as acompanhar.

Para finalizar, os sinceros agradecimentos a todos quantos colaboraram nesta festa que a todos nos deve encher de orgulho. Não vou referenciar nomes, foram muitos, a todos eu abraço com o meu muito obrigado.

     

  

 

 

 

 

 

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

28 de abril de 2013

TRADIÇÕES

Meus caros amigos, conterrâneos e leitores

No final do mês passado desloquei-me às minhas origens, Parada de Infanções, para passar a maravilhosa quadra festiva Pascal na companhia dos meus familiares e habitantes daquela maravilhosa terra que me viu nascer que eu tanto amo e onde tenciono terminar os meus dias.

Fui surpreendido por uma agradável iniciativa da população. São habituais, nesta quadra pascal, as cerimónias religiosas. Foi nesse contexto, de manter tradições, que se realizou o lava-pés e no sábado de aleluia, a tradicional fogueira, com a particularidade de sua reverência o Padre Fontoura, acompanhado do povo, proceder à bênção da mesma.

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DSC_7549 DSC_7550 DSC_7551 A população aderiu em peso a este evento. Após a bênção seguiu-se a procissão de velas, regresso ao interior da Igreja, dando inicio à celebração da Santa eucaristia Pascal.

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DSC_7576 DSC_7582 DSC_7583 DSC_7594 Alertado pelos meus amigos, sabendo eles o quanto eu gosto de registar estes eventos, não podia ficar indiferente. Foi nesse contexto, munido da minha inseparável máquina fotográfica que registei as imagens para ilustrar este trabalho, ficando para a posteridade registado um evento que julgo de muita importância para manter viva a chama das tradições da nossa terra.

A envolvência da nossa juventude foi total. Também vi com muito agrado a autarquia na pessoa do Sr. Presidente, Norberto Costa, colaborar com este movimento popular digno de enaltecer. A fogueira acumulou toneladas de lenha, não vou quantificar, mas tenho a certeza que era muita e perdurou a chama pelos dias seguintes. Também as imagens que aqui vos deixo falam por si.

A Santa missa celebrou-se com muito acolhimento. A nossa Igreja é acolhedora. A riqueza interior, composta de muitos altares majestosos, realçam todas as cerimónias ali realizadas.

Impressionou-me os cânticos. O coro, constituído por filhos da terra, acompanhados pela assistência em geral, entoaram cânticos, fizeram leituras, enfim todos os ingredientes que fazem parte destas cerimónias litúrgicas.

DSC_7522 Eu, sinceramente, sinto-me muito feliz por pertencer a estas gentes e por ter nascido e criado nesta linda aldeia.

Termino este meu trabalho com a certeza que tradições como estas continuar-se-ão a realizar.

A todos, o meu muito obrigado pela oportunidade de poder enriquecer este meu/vosso espaço.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

5 de fevereiro de 2013

Férias em Parada

Meus caros leitores, amigos e conterrâneos.

DSC_6903 No passado dia 16 de Janeiro, desloquei-me a Parada para uma curta estadia. O tempo, algo instável, fez-me uma agradável surpresa, daquelas que há bastante tempo não ocorria.

As noites estavam frias, mas nada fazia prever que ocorresse precipitação de neve. Deitei-me por volta das 01h00m e senti uma brisa que fazia o habitual ruídoDSC_6898 no telhado e portas.

No dia seguinte, acordei com o ladrar do meu cão algo agitado. Levantei-me e fui ver o que se passava. O animal estava eufórico ao ver as “farrapas” caírem, criando um encantador manto branco. Tudo isto talvez provocado pela surpresa, pois devo referir que se trata de um animal de raça Serra da Estrela e com 8 meses de idade.

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Para mim, foi muito bom recordar os meus tempos de criança, em que estas ocorrências climatéricas eram mais frequentes. Veio-me à lembrança o poema de Augusto Gil, a Balada da Neve “Batem leve, levemente, como quem chama por mim…”. Peguei na máquina fotográfica e registei todas estas imagens que hoje quero partilhar, simultaneamente, público este belo poema que julgo nos vai fazer recordar os nossos tempos de escola primária.

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Das janelas da minha casa tenho um horizonte de neve constante. Os montes da Senábria Espanhola.

Mas, meus caros amigos, sentir, apalpar, brincar e contemplar as nossas paisagens é muito bom. Por tudo isto eu quero deixar registado o momento idílico porque passei.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

27 de dezembro de 2012

MEIO SÉCULO DE AMOR

Matilde Gonçalves – Manuel Martins

1962 – 2012

Os "aros" do AMOR Meus caros leitores, conterrâneos, amigos e seguidores deste meu/vosso blogue.

Hoje dia 24 de Dezembro de 2012, celebrou-se uma cerimónia na minha aldeia, assinalando as bodas de ouro deste maravilhoso casal a quem estou ligado por laços afectivos e familiares. Fui convidado a estar presente, mas infelizmente por agendamento da minha vida pessoal, não me foi possível comparecer ao vosso amável convite.

Não consigo exprimir o sentimento que me leva a dedicar algumas palavras para registar esta linda etapa da vida deste maravilhoso casal. A elevada admiração e carinho que por eles nutro, fez com que o meu coração exteriorize tudo aquilo que gostaria de lhes dizer pessoalmente.

“Saibam que gosto muito de vocês, são para mim um exemplo de vida.

Eu sei que quando vocês se conheceram eu era muito jovem, tinha apenas 12 anos, mas foi fácil verificar o quanto vocês se amavam e a nobreza com que o fizeram. O Manuel Martins, que na sua actividade profissional como elemento da Guarda Nacional Republicana, tinha que estar, ausente, visitava com frequência a sua amada, concretizando assim um namoro puro, que havia de os levar ao altar, onde juraram fidelidade um ao outro até que a morte os separe, através do casamento.

Ao longo destes 50 anos, têm sido um exemplo de vida perante esta sociedade onde a nobreza de princípios, permite uma sã convivência com todos quantos vos rodeiam. Constituíram família, educaram e que bom que é para a vossa filha Denerida ter uns pais como vocês”.

Hoje, na posse de algumas fotografias gentilmente cedidas pelo meu sobrinho Manuel Pinheiro a quem eu desde já muito agradeço, vou publicar este texto, para enriquecer este meu/vosso espaço.

Bodas d'Ouro - 24/12/2012 - Parada Bodas d'Ouro - 24/12/2012 - Parada

Bodas d'Ouro - 24/12/2012 - Parada Bodas d'Ouro - 24/12/2012 - Parada

Bodas d'Ouro - 24/12/2012 - Parada Filha, Genro e Netos À vossa filha e netos eu quero pedir que me deixem participar na vossa felicidade porque eu comungo inteiramente dela. Continuem a dar o vosso amor a quem tanto vos ama.

Peço a DEUS que vos continue a dar saúde e felicidade, pois bem merecem por tudo quanto ao longo da vida têm praticado.

Os meus parabéns são dirigidos a todos quantos vos adoram, da minha gente eu vos envio aquele abraço fraternal e bem hajam por tudo quanto me deram.

Até às bodas de diamante.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

26 de novembro de 2012

A Castanha

Caros familiares, amigos, conterrâneos e visitantes;

Termina agora mais uma colheita deste precioso fruto. A nossa aldeia tem o privilégio de usufruir de uma enorme produção, tanto a nível de qualidade bem como de quantidade, o que muito me apraz registar.

Hoje, nem eu sei bem porquê, senti necessidade de escrever sobre este fruto que para nós se reveste de especial interesse.

Desde pequeno me recordo de ciclicamente fazer esta magnífica colheita. Uns anos mais produtiva, outros menos, mas na verdade, sempre agradável para o sustento das famílias e economia da região.

No decorrer do verão, dada a seca que se fazia sentir, os indicadores sobre a colheita deste ano eram muito pessimistas. As condições climatéricas alteraram-se e começou a chover. Foram estas águas que fizeram desenvolver os ouriços proporcionando uma campanha de muita produção e rentabilidade.

Foi para mim muito agradável poder conviver com os meus conterrâneos, sentindo a sua alegria com este bem precioso. Diversas vezes senti que nunca fez tanto sentido o provérbio popular que tantas vezes ouvi na minha meninice: “no verão, não há burro velho nem carro são”. As pessoas, velhas, novas, doentes, crianças, enfim… toda a gente apanhava castanhas.

Nestes últimos anos, alguns grupos de estrangeiros, nomeadamente Búlgaros e Romenos, vieram colaborar, auferindo algum dinheiro pela jorna diária € 35,00 com merenda.

Tenho informação, que finda esta colheita os resultados económicos resultam muito atractivos. Posso dizer que alguns agricultores da minha aldeia produziram 25 e 30 toneladas deste magnífico fruto.

Em termos económicos, esta foi uma fonte de receita para a nossa aldeia muito agradável.

Ao descrever este pequeno texto, não posso deixar de manifestar algum desconforto, por uma praga que ataca os castanheiros dizimando a árvore num curto espaço de tempo. Todas as tentativas são feitas no sentido de minimizar o problema, mas a verdade é que os resultados são nulos.

Mesmo assim os agricultores, não desistem e continuam a plantar, tentando minimizar os prejuízos e compensar as perdas com novas plantações.

Por fim, para ilustrar este texto e porque alguns leitores podem desconhecer este ciclo de produção da castanha, vou aqui deixar-vos algumas fotografias.

Como sempre o meu forte abraço para quantos passarem por este simples meu/nosso espaço, solicitando alguma colaboração que achem por bem prestar-me.

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Manuel Afonso (Manuel Silvino)

19 de maio de 2012

RECORDAR É “SEGURAMENTE” VIVER

Meus caros conterrâneos e leitores.

No passado dia 10 de Maio de 2012, fui surpreendido com o rececionamento de um mail, via facebook, cujo teor quero partilhar com todos os meus leitores.

Felizmente, as novas tecnologias de informação e redes sociais, aproximam as pessoas. Senti-me feliz, mesmo muito feliz, ao saber que as minhas imagens fizeram outras pessoas recordar as suas origens, fazendo com que as pessoas se aproximem, transmitindo um mundo de recordações.

Dispenso-me de fazer mais considerações, convicto que no texto exposto vai dar uma imagem de tudo o que acabo de transmitir.

Esta família emigrou para o Brasil em 1951. Tinha eu 1 ano de idade. Eu, sempre ouvi os meus pais falarem do tio Sonoro e da Sr.ª Mercês. Quantos às restantes personagens, nomeadamente o tio Didá e tia Elisa, Delmina e Padre Alberto, obviamente que são pessoas com as quais muito convivi e por quem tinha muita admiração (infelizmente já falecidos).

Quero aqui realçar que esta família, respeita os verdadeiros conceitos de uma família nobre e muito unida. Hoje mesmo falei com a Infância ao telefone. Não dei pelo tempo passar, mas posso transmitir-vos que a imagem com que fiquei, foi muito bonita e feliz por tudo quanto dialogamos.

Convido os meus leitores que ainda recordam as origens da pessoa aqui mencionada, especialmente alguém que se lembre da Infância Ortega a fazer os convenientes comentários.

Em Parada, os filhos do tio Didá, Delmina Maranhas sabem desta bonita família.

Para todos, coloco a fotografia desta maravilhosa família, Infância, marido e os três filhos, bem como o elogioso e-mail com que se fez acompanhar e agora aqui vos transmito na íntegra.

Foto da Infância

“Mail – Facebook.com

Sr. Manuel, venho por esta cumprimentá-lo pelo talento, sensibilidade e altruísmo; meu marido e filhos ficaram também encantados com seu talento para a fotografia: magnífico!

Bem deixe-me apresentar-me: chamo-me Infância Ortega Cunha (por casamento), sou filha do tio António “ Sonoro “ e Sra Mercês; neta de Sr. Albino Ortega e tia Prisca, sobrinha de tia Elisa e tio Didá (Manuel Afonso); tb, prima de Delmina e Padre Alberto Vaz! Como vê, descendente de muito boa gente, assim como saudosa e orgulhosa de ter nascido em Parada!

Casei-me há 43 anos com um rapaz brasileiro e temos 3 filhos; como não pude voltar à nossa querida terra, por motivos de saúde frágil, não sabe o sr. a alegria que me deu rever todos os cantos e perceber que a memória nunca me traiu. Fiquei verdadeiramente encantada e emocionada! Mil agradecimentos, boa sorte e que Deus o abençoe por tudo isso. Infância.

P.S. Gostei muito de saber que o “Tio” Marcolino ainda está vivo – era muito amigo de meus pais. Viemos para o Brasil em agosto de 1951, portanto qdo o sr. era ainda bebé.

Obrigado e até breve, Sr. Manuel.”

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

12 de março de 2012

Recordar

Conterrâneos, leitores e todos os amigos que tal como eu gostamos do cantinho onde nascemos.

Hoje uma conterrânea nossa, a CARMINDA LEMOS, teve a amabilidade de enviar esta espectacular foto do nosso Bairro de Oleiros, com os telhados cobertos por um manto de Neve.

O Bairro de Oleiros pintado de branco

Veio esta contribuição dar voz ao meu apelo, que se traduzia em aceitar e agradecer a colaboração de todos aqueles que o pretendessem fazer, em prol do aumento e mesmo melhoria deste espaço que, ao fim e ao cabo, é de todos nós.

Renovo o apelo a todos os que queiram colaborar comigo, enviando-me fotos, acontecimentos, assuntos que gostassem de ver reflectidos neste nosso espaço.

Acontece que como este ano infelizmente não conseguimos ver esta paisagem na nossa terra, achei muito oportuno fazer esta publicação, pois com certeza vai dar um pouco de alegria a todos nós.

A ti Carminda, o meu muito obrigado, espero que continues a ser minha leitora atenta e a enviar-me tudo quanto achares que se deva realçar na nossa querida terra.

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

1 de março de 2012

MONTARIA AO JAVALI – PARADA – BRAGANÇA

Caros amigos, conterrâneos e visitantes;

O javali regressou em força ao Nordeste transmontano.

4 Javalis Os agricultores, vítimas do poder de destruição que estes animais provocam nas suas culturas, ciclicamente organizam montarias para tentar diminuir esta indesejada - porque destruidora - espécie cinegética.

Foi no âmbito do que acabo de referir, que no passado dia 25-02-2012, ocorreu uma montaria na nossa terra.

Não pude estar presente neste evento, por motivos pessoais. Viajei nesse dia para Lisboa. Aproveitando a gentileza do meu sobrinho (marido da minha sobrinha Ana), que me enviou algumas imagens, é com imenso prazer que aqui as partilho com todos os meus leitores.

Montaria 25-02-2012 - Parada

Foram abatidas 4 peças, já de um porte razoável. Parece que a que tinha maior pesagem, foi a que o meu sobrinho abateu. Disse-me ele à laia de humor, o seguinte: Afinal o cano da minha carabina não está torto.

Parabéns Toninho, estás a ficar especialista na matéria.

Montaria 25-02-2012 Foi uma batida muito concorrida, muito bem organizada pela Associativa de Caça de Parada. Estes eventos, para além dos objectivos previamente definidos, servem também para um grande convívio social.

Após o final da batida foi servido um magnífico repasto para todos os participantes, no pavilhão Gimnodesportivo.

Convém referir que esta prática (montaria ao javali), não se traduz somente na arte de abater animais selvagens como desporto. Pelo contrário, o número de animais abatidos é de secundária importância. Não se trata de um abate indiscriminado e sim de um controle necessário do número da espécie e tanto os participantes como a própria Associativa de caça, têm o cuidado de preservar a espécie e respeitar os animais e a Natureza, abatendo somente animais considerados de médio/grande porte, excluindo fêmeas prenhas e crias.

É assim desempenhado um papel importante no controle da densidade das populações destes animais que, quando em excesso, assolam as culturas agrícolas. A gestão da caça pela Associativa de Caça de Parada representa, portanto, um papel essencial na preservação das espécies, explorando os recursos cinegéticos de forma equilibrada e sustentável.

No final, o que realmente se tem em conta é a organização, a festa e o convívio.DSC_0443[2]

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Para finalizar este meu pequeno texto, quero enviar um forte abraço aos Organizadores, nele envolvendo todos quantos participaram e ao mesmo tempo dizer que as Senhoras foram muito proactivas, na confecção do delicioso jantar que foi servido.

Cozinheiras

A todos endereço os meus sinceros parabéns e desejo força para que continuem a preservar as tradições da nossa linda terra.

 

 

 

 

Manuel Afonso (Manuel Silvino)

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio

PARADA - Lar, Doce Lar - Meu Berço e meu Refúgio
A mesma Parada vista por dois olhares